Água Mineralizada (Água Viva): o básico que sustenta a vida, a pressão e a energia
Água Mineralizada (Água Viva): o básico que sustenta a vida, a pressão e a energia
Durante anos, falamos de comida.
Depois, falamos de suplementos.
Mas pouca gente fala do que vem antes de tudo isso:
a água.
Sem água adequada, nenhum mineral funciona, nenhum impulso elétrico se sustenta, nenhuma célula responde corretamente.
E aqui entra o conceito de água mineralizada, também chamada por muitos de água viva.
Água não é só água: é meio elétrico
Nosso corpo é cerca de 70% água, mas não qualquer água.
É uma água cheia de minerais dissolvidos, responsável por:
conduzir impulsos nervosos,
permitir contração muscular,
manter o batimento cardíaco,
transportar energia,
regular pressão arterial,
sustentar cognição e movimento.
Água sem minerais é apenas solvente.
Água mineralizada é meio biológico funcional.
A inspiração clínica: Batmanghelidj
O médico e pesquisador Fereydoon Batmanghelidj, iraniano, ficou conhecido por seus estudos sobre água, hidratação e eletrólitos.
Durante um período em que esteve preso como prisioneiro político no Irã, ele observou algo impressionante:
ao corrigir hidratação e minerais, grande parte dos sintomas relatados pelos presos entrava em remissão funcional.
Isso o levou a escrever mais de 6 livros, defendendo que muitas doenças modernas estão ligadas a:
desidratação crônica,
água pobre em minerais,
desequilíbrio eletrolítico.
Hoje sabemos:
isso não substitui tratamento médico,
mas explica muita coisa que a clínica vê todos os dias.
Água mineralizada simples (a base de tudo)
Vamos ao modelo mais simples, seguro e funcional.
Água + sal integral
Proporção:
0,5 grama de sal por 1 litro de água
Como medir 0,5 g na prática?
É a quantidade de sal que a ponta do dedo indicador consegue pinçar.
Pegue a garrafa de 1 litro
Coloque essa pitada
Agite levemente
Pronto
Estamos falando de meio grama, não de exagero.
Comparação importante (perspectiva real)
Vamos colocar isso em contexto:
Pessoas consomem 5 a 10 gramas de sal por dia na comida
Aqui estamos falando de 0,5 grama diluída em 1 litro de água
? Além disso:
a água é carreador e diluente,
o sal não fica concentrado,
o impacto é muito mais fisiológico do que agressivo.
? Qual sal usar? (isso é FUNDAMENTAL)
? Para quem tem pressão alta
usar sal rosa do Himalaia
ajuda no equilíbrio sódio?potássio,
favorece eliminação de líquidos em parte das pessoas.
? Para quem tem pressão normal ou baixa
usar:
sal parrilla,
sal marinho integral (Mossoró),
sal negro,
flor de sal.
? Pessoas com pressão baixa NÃO devem usar sal rosa nessa água.
?? ALERTA DE SEGURANÇA (obrigatório)
? Quem usa medicamentos para pressão
Se a pessoa:
toma anti-hipertensivos,
começa a usar água mineralizada com sal rosa,
? a pressão pode cair mais rápido.
Orientação prática:
aferir pressão regularmente,
observar tontura, fraqueza, sonolência,
ajustar com acompanhamento.
? Isso não é erro.
É resposta fisiológica.
? Água, sais e impulsos elétricos
Os sais minerais são responsáveis por:
transmissão dos impulsos nervosos,
contração muscular,
batimento cardíaco,
clareza mental.
? Em quadros de hiponatremia (baixo sódio corporal):
a pessoa fica apática,
perde iniciativa,
o coração perde eficiência elétrica.
? Muitas patologias modernas estão associadas à carência mineral, não ao excesso.
? Água mineralizada complexa (para outro momento)
Existem variações mais avançadas:
com bicarbonato (alcalina),
com magnésio,
combinações mais complexas.
Esse tema merece um blog próprio.
Aqui estamos falando da base.
Referências Científicas Comentadas
(Base fisiológica da água mineralizada com sal integral)
World Health Organization (WHO), 2012
Diretrizes sobre sódio, potássio e pressão arterial
Comentário ampliado:
A Organização Mundial da Saúde deixa claro que o problema cardiovascular moderno não está apenas no consumo de sódio, mas no desequilíbrio entre sódio e potássio. Dietas pobres em potássio — comuns em alimentação industrializada — tornam o sódio fisiologicamente agressivo. Quando o sódio vem acompanhado de minerais naturais (como ocorre no sal integral), o impacto pressórico é completamente diferente. O foco correto não é "retirar o sal", mas restaurar o equilíbrio mineral, algo que a água mineralizada favorece quando usada com consciência.
NIH – National Institutes of Health, 2019
Potássio, função celular e controle pressórico
Comentário ampliado:
O NIH demonstra que o potássio é um dos principais reguladores do volume celular, da condução elétrica e da elasticidade vascular. Baixos níveis de potássio levam à retenção de sódio, rigidez arterial e aumento do risco cardiovascular. A presença de potássio — ainda que em pequenas quantidades, como nos sais integrais — atua como antagonista fisiológico do sódio, favorecendo relaxamento vascular, melhor perfusão tecidual e estabilidade elétrica cardíaca. O corpo não trabalha com extremos, mas com proporções.
American Journal of Physiology, 2017
Gradiente sódio–potássio e potencial elétrico celular
Comentário ampliado:
Este trabalho reforça um ponto central da fisiologia: vida celular depende de eletricidade. O gradiente sódio–potássio é responsável pela geração do potencial de membrana que permite pensamento, movimento, batimentos cardíacos e contração muscular. Água pobre em minerais compromete esse gradiente. Água mineralizada, por outro lado, fornece o meio adequado para que os impulsos elétricos ocorram com menor gasto energético. Isso explica por que desidratação mineral gera fadiga, confusão mental e fraqueza, mesmo sem doença aparente.
European Journal of Clinical Nutrition, 2018
Hidratação, minerais e função cardiovascular
Comentário ampliado:
Este estudo mostra que hidratação adequada não é apenas volume de água, mas qualidade mineral. Participantes com ingestão adequada de minerais apresentaram melhor resposta cardiovascular, menor variabilidade pressórica e melhor tolerância ao esforço físico. A água mineralizada melhora a eficiência do plasma sanguíneo, reduzindo o esforço cardíaco para manter a circulação. Em termos clínicos, isso significa menos sobrecarga, mais eficiência e melhor adaptação ao estresse fisiológico.
Batmanghelidj F., 1997–2003
Estudos e livros sobre hidratação e minerais
Comentário ampliado:
Batmanghelidj foi pioneiro ao afirmar que muitas doenças modernas são, na verdade, sinais de desidratação crônica associada à perda mineral. Embora seus estudos não substituam protocolos médicos, eles ajudaram a abrir espaço para um olhar mais profundo sobre a água como agente fisiológico ativo. Seu trabalho explica por que sintomas como dor, fadiga, azia e alterações pressóricas muitas vezes melhoram quando a hidratação é corrigida com minerais — e não apenas com água "pura".
Harvard T.H. Chan School of Public Health, 2020
Eletrólitos, pressão arterial e saúde cardiovascular
Comentário ampliado:
A Harvard School reforça que estratégias radicais de exclusão de sal podem ser tão prejudiciais quanto o excesso. O organismo humano foi moldado para funcionar com eletrólitos em equilíbrio. O excesso de sódio isolado é problemático, mas a deficiência mineral generalizada é igualmente nociva. A abordagem moderna deve focar em qualidade, origem e proporção dos minerais, não em demonização. Água mineralizada com sal integral, em doses fisiológicas, respeita essa lógica evolutiva.
Síntese clínica (visão Dr. Curado)
O conjunto dessas evidências converge para um ponto simples e poderoso:
? Não é o sal que adoece.
? É o sal isolado, fora do contexto mineral.
? E é a água vazia de minerais que fragiliza o sistema elétrico do corpo.
A água mineralizada com sal integral não é moda, não é milagre, não é exagero.
É retorno ao básico fisiológico — com consciência, medida e respeito ao corpo.
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Não substitui avaliação individualizada nem acompanhamento profissional específico quando necessário.
Conforme RDC 243/2018 ? ANVISA.

