PRÓPOLIS VERDE - PROPOLIS MARROM - PROPOLIS VERMELHO: QUAL A DIFERENÇA ENTRE ELES?
Quando a alimentação não é suficiente, a estratégia certa faz a diferença.
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Própolis Verde, Marrom e Vermelho, Diferenças:
Tipo | Origem botânica | Compostos principais | Ação destacada |
Marrom | Várias plantas nativas | Flavonoides e fenólicos | Imunidade geral e infecções |
Verde | Baccharis dracunculifolia | Artepillin C | Potente anti-inflamatório, prevenção câncer |
Vermelho | Dalbergia ecastophyllum | Isoflavonas, prenilflavonoides | Antitumoral, antienvelhecimento |
Principais Marcas e Valores (Brasil)
Marca | Tipo | Frasco (ml) | Preço médio (R$) |
Apis Flora | Verde | 30 | 60 - 80 |
MN Própolis | Vermelho | 20 | 80 - 120 |
Apis Vida | Marrom | 30 | 25 - 45 |
Wax Green | Verde Premium | 30 | 90 - 130 |
Uniflora | Vermelho | 20 | 90 - 120 |
Uso médio mensal: 1 frasco de 20-30 ml por mês (uso diário).
Regulamentação da Anvisa
Resolução RDC 240/2018 (suplemento alimentar).
O própolis não é classificado como medicamento.
Deve conter no rótulo:
- Origem (botânica)
- Teor de extrato seco (%)
- Instrução de uso
- Ingredientes e composição
Testes que comprovam a eficácia
Estudos in vitro e in vivo (em animais e humanos).
Avaliação microbiológica (atividade bactericida).
Análises fitoquímicas (identificação dos compostos ativos).
Testes de toxicidade (segurança).
? Referências Científicas Comentadas – Própolis
1?? Ação imunológica, antimicrobiana e antiviral
Sforcin JM. (2007). Propolis and the immune system. Journal of Ethnopharmacology.
? Revisão científica clássica que demonstra como os flavonoides e ácidos fenólicos do própolis modulam positivamente o sistema imunológico.
O estudo mostra aumento da atividade de macrófagos, células NK e resposta imune inata, além de ação direta contra vírus, bactérias e fungos.
? Conclusão prática: o própolis não "estimula demais" a imunidade — ele organiza e equilibra a resposta imune, reduzindo infecções recorrentes.
2?? Ação antioxidante e anti-inflamatória sistêmica
Búfalo MC et al. (2013). Anti-inflammatory and antioxidant actions of Brazilian propolis. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine.
? Demonstra que o própolis brasileiro reduz marcadores inflamatórios crônicos e o estresse oxidativo celular, protegendo tecidos contra envelhecimento precoce e degeneração celular.
? Conclusão prática: inflamação silenciosa e oxidação crônica são terreno fértil para doenças degenerativas — o própolis atua exatamente nesse eixo.
3?? Própolis verde e câncer – artepillin C
Shimizu K et al. (2004). Artepillin C, a selective cytotoxic compound from Brazilian green propolis. Journal of Natural Medicines.
? Estudo fundamental que identificou o artepillin C, composto exclusivo do própolis verde brasileiro, com citotoxicidade seletiva contra células tumorais, preservando células saudáveis.
? O estudo mostrou:
indução de apoptose (morte programada) em células cancerígenas
inibição da proliferação tumoral
efeito anti-inflamatório no microambiente tumoral
?? Importante: os autores deixam claro que o própolis atua como coadjuvante, não substituindo terapias médicas convencionais.
4?? Própolis vermelho e atividade antitumoral
Alencar SM et al. (2007). Chemical composition and biological activity of Brazilian red propolis. Journal of Agricultural and Food Chemistry.
? Estudo brasileiro que identificou isoflavonas e prenilflavonoides no própolis vermelho, compostos associados à:
inibição da angiogênese tumoral
modulação hormonal
proteção contra danos oxidativos no DNA
? Conclusão prática: o própolis vermelho mostra potencial especial em prevenção, proteção celular e envelhecimento saudável, com aplicações estudadas em oncologia integrativa.
5?? Própolis como adjuvante em protocolos oncológicos
Watanabe MAE et al. (2011). Propolis in cancer research. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine.
? Revisão sistemática que avaliou estudos in vitro, em animais e humanos, concluindo que o própolis pode:
reduzir inflamação associada ao câncer
modular resposta imune do paciente
reduzir efeitos colaterais de tratamentos agressivos
? Ponto-chave: o própolis não é quimioterapia, mas pode melhorar o terreno biológico onde o câncer se desenvolve.
6?? Segurança e toxicidade
Kim YH et al. (2011). Safety evaluation of propolis. Food and Chemical Toxicology.
? Demonstra que o própolis, quando utilizado dentro das doses recomendadas e com padrão de qualidade, apresenta baixo risco toxicológico, sem efeitos adversos relevantes em humanos.
? Conclusão prática: segurança está diretamente ligada à qualidade do produto, teor de extrato seco e origem botânica certificada.
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Conforme RDC 243/2018 – ANVISA.

